São Marcos - RS - Prefeitura Municipal

 

São Marcos inaugura Estação de Transbordo

13/06/2016

No sábado, dia 11 de junho, a Prefeitura Municipal de São Marcos, através da Secretaria Municipal do Meio Ambiente inaugurou a Estação de Transbordo.

A obra da estação de transbordo custou R$ 160.000,00, através de recursos próprios da Prefeitura e começou a operar em 1º de setembro de 2014. Com o início da operação da Estação de Transbordo, a destinação dos resíduos será feita de forma correta, sem prejuízo ao meio ambiente. Desta forma, não há espaço para a criação e proliferação de insetos e animais. O aterro sanitário da terceira célula será recuperada e monitorada por 20 a 25 anos, porque os resíduos continuarão saindo, se tratando do chorume, líquido poluente, de cor escura e odor nauseante, originado de processos biológicos, químicos e físicos da decomposição de resíduos orgânicos.

São Marcos produz 385 toneladas de lixo por mês

Um dos motivos para o rápido esgotamento da terceira célula aberta em 2010 foi a má separação do lixo nas residências. Plásticos, alumínios e outros materiais contaminados com restos de alimentos impedem o reaproveitamento das matérias-primas e acabam indo parar em meio ao lixão orgânico. O sócio proprietário da empresa coletora de lixo Nelar, Adelar José dos Santos, revela que 25% da população são-marquense não separa o lixo corretamente há 8 anos, desde que o recolhimento através da Nelar funciona no município. São Marcos produz uma média de 320 toneladas de lixo orgânico e 65 toneladas de lixo seco por mês, o que no total contabiliza 385 toneladas de resíduos mensais. Ele acredita que a construção da estação de transbordo é a melhor alternativa para a eliminação do lixo orgânico. Não tendo esse lixo no município já é um alívio.

Minas do Leão, onde os resíduos serão destinados, é uma região carbonífera, por isso o lixo deverá ser depositado em minas de carvão, uma alternativa salutar do ponto de vista ambiental. A maioria dos municípios da Serra, como Flores da Cunha, Garibaldi, Antônio Prado e Campestre da Serra, também depositam seus resíduos em Minas do Leão, assim como fazem cerca de 220 municípios do Rio Grande do Sul.

Foto: Assessoria de Comunicação | PMSM


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